
A ação gerou revolta nos trabalhadores. Em 4 de maio de 1886, durante conflito de rua, manifestantes atiraram bombas nos policias, ocasionando a morte de sete deles. O estopim aconteceu: morte de dezenas de manifestantes.
Muito mais do que uma palavra o/a trabalhador/a agrega o sentido da luta daqueles/as que ao longo da história humana e com sua capacidade transformaram o mundo e a si mesmo por meio do seu trabalho.
Administrador/a, lavrador/a, mecânico/a, enfermeiro/a, programador/a, industriário/a, operário/a, professor/a, analista, tecnólogo/a, secretário/a, desenhista, servidor/a, o que estas e tantas outras atividades laborais têm em comum? Independentemente da atividade laboral e suas especificidades todas se encontram na categoria trabalho e todos/as aqueles/as que vivem do seu trabalho se encontram na categoria trabalhador/a.
A consciência política desse sujeito histórico faz a diferença. O seu fazer social cotidiano pode contribuir na construção de um mundo mais justo e igualitário. O 1º de maio deve ser visto como oportunidade de reflexão e ação sobre o papel da educação na formação dos/as trabalhadores/as, mais do que a capacitação profissional, a Educação Profissional da Bahia almeja a formação integral, a qualificação cidadã do/a estudante compreendido/a como sujeito de direitos que acredita que um outro mundo é possível e necessário.
FONTE: Educação Profissional da Bahia